Minha Casa...Minha Alma...

Viagem com Tânia por um mar desconhecido...

Textos


   TRANCO
Tânia De Oliveira

 
Depois daquele dia, fiquei mais silenciosa.
Deixei de ter raiva à toa das pessoas....
São todas tão sujeitas quanto eu sou!
E fui ficando pequena como uma graminha
E fui caminhando assim em metamorfose
Sem medo de desaparecer na força da poeira
Apenas me deixando levar serena
Envolvida de um tanto de desprendimento
Mas com a certeza de que as coisas
Só serão o que terão que ser à sua maneira
 
Tânia de Oliveira
Enviado por Tânia de Oliveira em 17/06/2017

Música: The Memory Of Trees - - Enya



Comentários

Tela de Claude Monet
Site do Escritor criado por Recanto das Letras